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Rede de publicadores do Brasil dobram o número de registros de plantas e fungos brasileiros no GBIF.org

Os resultados do desenvolvimento vêm da colaboração entre a rede de publicadores do Brasil, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Herbário Virtual da Flora e dos fungos (INCT-HVFF), e nó GBIF brasileiro - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr), e a equipe de informática do Secretariado do GBIF.

Christoph Diewald
"Estrela-de-rosa" uma das árvores do Cerrado - Tulip Madeira - Physocalymma scaberrimum.

A incorporação de dados de herbários em todo o país mais do que triplicou o número total de registros de ocorrência das espécies publicadas através do GBIF. Instituições brasileiras, estão atualmente em mais de quatro milhões de registros.

O Herbário Virtual INCT, vem sendo desenvolvido desde 2009 como um dos Institutos Nacionais do Brasil para a Ciência e Tecnologia, financiados conjuntamente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O projeto também é apoiado pela Fundação CAPES, do Ministério da Educação.

O Herbário Virtual utiliza a plataforma SpeciesLink, gerenciado pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA), instituição não-governamental. Inicialmente reunindo 25 herbários de instituições de pesquisa brasileiras, a rede agora incorpora 100 herbários servindo mais de 5,3 milhões de registros on-line incluindo 13 conjuntos de dados de herbários internacionais repatriando dados coletados no Brasil.

A partir de uma instalação do GBIF Integrated Publishing Toolkit, o CRIA está hospedando 112 conjuntos de dados de herbários em todo o Brasil, um montante total de mais de três milhões de registros que vêm sendo alinhado com o GBIF.org desde maio, como as instituições cadastre-se separadamente como editores de dados do GBIF, este processo permite que cada um dos herbários ganhe visibilidade total para os usuários GBIF.org.

Nos próximos meses mais volumes significativos de dados serão adicionados, seguindo o projeto de digitalização que o SiBBr está oferecendo, incluindo as coleções entomológicas do Museu Goeldi - Belém, uma das principais instituições de apoio à pesquisa em biodiversidade da Amazônia. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, o Museu Nacional - Rio de Janeiro, o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo e a Fiocruz, fundação de pesquisa em saúde.

Fonte: GBIF.org