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Avanços do SiBBr são tema de reunião do Comitê Técnico Científico do projeto

Parte dos mecanismos de governança do SiBBr, o Comitê Técnico Científico (CTC) se reúne regularmente para avaliar os avanços do projeto e contribuir com ações e metas futuras.

SiBBr Comunicação
O CTC-SiBBr é composto por especialistas em biodiversidade, banco de dados e tecnologia da informação de instituições como Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, entre outros.

No último dia 31 de agosto, o Comitê Técnico Científico (CTC) do Sistema Brasileiro de Informação sobre a Biodiversidade (SiBBr) se reuniu, em Brasília (DF), para avaliar os avanços recentes do projeto e debater as próximas metas e desafios, juntamente com a equipe executiva do SiBBr. Entre outros temas, a pauta da reunião abordou as novas ferramentas e serviços que serão lançados em breve pelo sistema e o 23º Congresso Anual do Conselho Diretivo do GBIF (Global Biodiversity Information Facility) que será realizado no final de outubro em Brasília.

“O CTC é o principal fórum de assessoria do SiBBr. Nossos encontros são essenciais para avaliações periódicas do projeto e realinhamento da rota de nossas ações. Além disso, com a participação de especialistas de diversas instituições de pesquisa estreitamos a relação do SiBBr com a comunidade científica brasileira”, afirmou a diretora do SiBBr, Andrea Portela Nunes, coordenadora-geral de Gestão de Ecossistemas da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC. O CTC-SiBBr é composto por especialistas em biodiversidade, banco de dados e tecnologia da informação de instituições como Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, entre outros. A partir de 2016, um representante do IBAMA também passou a compor o grupo.

Durante a reunião, foram apresentadas várias ações realizadas no último período que contribuíram com o fortalecimento da gestão do SiBBr, como a melhoria da infraestrutura e procedimentos, a reestruturação da equipe e o investimento em mobilização de dados. Os membros do CTC-SiBBr também avaliaram serviços e ferramentas que estão em desenvolvimento pelo SiBBr e devem ser lançados em breve. “São novas aplicações que possibilitam análises mais aprofundadas e diversas dos dados publicados no SiBBr, além de ferramentas que irão auxiliar publicadores a limparem seus dados antes da publicação no sistema, e consequentemente aprimorar a qualidade do nosso banco de dados”, explica Nunes, citando que com a concordância do CTC-SiBBr os primeiros lançamentos estão previstos para o 67º Congresso Nacional de Botânica, que acontece entre os dias 25 e 30 de setembro, em Vitória (ES).

Os preparativos do Brasil para receber, pela primeira vez, o 23º Congresso Anual do Conselho Diretivo do GBIF também foram discutidos no âmbito do CTC-SiBBr. Sediado em Brasília, entre os dias 24 e 28 de outubro, o congresso tem como objetivo eleger oficiais do Conselho Diretivo, aprovar o orçamento do ano seguinte, eleger as prioridades para o novo período e as demonstrações financeiras do ano anterior. Além da reunião oficial, uma série de outros eventos ocorrem, entre eles o Simpósio Científico SiBBr, que irá abordar a implementação nacional do plano estratégico do GBIF 2017-2021. Também ficou decidido que durante o congresso haverá uma reunião extraordinária do CTC-SiBBr.

Além da equipe de coordenação do SiBBr, participaram da reunião do CTC: Antônio Mauro Saraiva, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Débora Pignatari Drucker, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), George Porto Ferreira, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), José Laurindo Campos dos Santos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Luiz Gadelha, do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e Marcos Paulo Alves de Sousa, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).